A responsabilidade do síndico nas reformas em condomínio conforme o código civil


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Fachadas resistente a trincas e rachaduras

 

Fachadas resistente a fissuras e trincas

 

Profissionais para construção: Qual a mão de obra que você precisa para construir ou reformar?

 

Selecionar bons profissionais de mão de obra é uma das decisões mais importantes que você tomará enquanto constrói ou reforma a sua casa.

 

Veja também: “Mão de obra necessária para sua construção, quais são os profissionais? Entenda Antes!“

 

Como avaliar um bom profissional de mão de obra?

 

Dependendo do tamanho ou complexidade da construção, você pode contratar os seguintes profissionais:

•Arquiteto: quem faz o projeto da obra, define como o trabalho será executado e especifica os materiais e acabamentos que serão utilizados;

•Engenheiro Civil: ele é responsável pela parte prática do projeto. O engenheiro faz os cálculos para a parte estrutural, elétrica e hidráulica de uma construção e ajuda no planejamento;

•Mestre de obras: quem fiscaliza, supervisiona e distribui o trabalho no canteiro de obras;

•Pedreiro: eles executam os serviços de alvenaria, chapisco, reboco, contra piso, fazem a concretagem de vigas, pilares, pisos e lajes;

•Pintor: responsável pela pintura interna e externa da construção;

•Eletricista: quem faz a instalação de tomadas, interruptores, iluminação, conduítes, etc.;

•Encanador: responsável pela rede hidráulica da casa, ou seja, instala os canos para água e esgoto, entre outras tarefas.

Pode parecer uma tarefa fácil para se pensar, mas é uma atividade MUITO IMPORTANTE, porque lida em como saber selecionar bons profissionais de mão de obra para sua construção. Pensar no profissional mais barato talvez não seja a solução, mas procure sempre avaliar.

 

Mestre de obras

Na hora de executar o projeto é necessária a coordenação de outros profissionais, sejam eles terceirizados ou mão de obra direta. Por isso, trabalho de coordenar tudo e todos é feito pelo mestre de obras que funciona como um elo entre engenheiro/arquiteto e profissionais executores.

Entre as suas inúmera funções podemos citar:

•controlar o padrão de qualidade da obra;

•assegurar que a execução está de acordo com as normas;

•manter em ordem no canteiro de obras;

•interpretar os detalhes técnicos especificados pelos engenheiros e arquitetos.

 

Encarregado

Em uma construção existem diversos grupos de trabalho e para que não aconteçam falhas por falta de comunicação ou organização, existem os encarregados.

Os encarregados são os líderes de cada um dos grupos de trabalho e por estarem em contato direto com a mão de obra, eles são como os “olhos” do engenheiro e do mestre de obras quando eles não estão no canteiro de obras.

Como funções dos encarregados podemo citar:

          direcionar os profissionais;

          acompanhar a execução das atividades;

          evitar problemas na equipe.

 

Pedreiro

Os pedreiros são os profissionais que executam as tarefas estabelecidas no projeto pelos engenheiros e arquitetos e seguem as orientações do mestre de obras e encarregados.

Hoje, com a especialização crescente da mão de obra, existem pedreiros especialistas em determinadas tarefas. Porém, independentemente da especialização, todo pedreiro deve ter os conhecimentos básicos sobre os aspectos de uma obra, habilidade para lidar com nível, prumo, esquadro, alinhamento, interpretação de projetos e unidades de medida.

 

Eletricista

Os eletricistas são responsáveis pela montagem e instalação dos sistemas elétricos nos edifícios, ou seja, instalam conduítes, passam a fiação e instalam tomadas e interruptores.

 

Encanador ou bombeiro hidráulico

Os encanadores ou bombeiros hidráulicos são os profissionais adequados para reparar e instalar as tubulações de água e esgoto em edifícios novos e existentes, bem como para fazer as instalações sanitárias, ralos de chuveiro, pias, tanques e torneiras.

 

Gesseiro

Na fase de acabamento entra em cena outro profissional: o gesseiro.

É ele o responsável por fazer o acabamento do teto, disfarçando vigas e fios de iluminação e também, em alguns casos, a instalação de drywall (gesso acartonado); Um material bastante utilizado em paredes e divisórias das construções modernas.

 

Pintor

Pintor na obra é sinal de que ela está quase no fim!

Esses profissionais são responsáveis pela pintura do ambiente. Por isso, é possível encontrar pintores especializados para determinados serviços. Como por exemplo, pintura externa, de interiores, texturização, predial etc.

 

Marmorista

Por fim, se você deseja bancadas de mármore ou granito, a mão de obra adequada para o serviço é o marmorista. Afinal, ele  é especializado em fazer os acabamentos, polir, cortar e instalar as pedras em cozinhas, banheiros ou áreas gourmet, por exemplo.

Como você já deve imaginar, por se tratar de um material caro e complicado de instalar, qualquer erro pode trazer prejuízos para a aparência do ambiente. Assim, nada melhor do que contar com um profissional capacitado e experiente.

 

Por fim…

O sucesso de uma obra está intimamente ligada à qualidade da mão de obra contratada. Por isso não economize nesse quesito. O barato pode sair muito caro e trazer muita dor de cabeça e arrependimentos.

 

Valorização e qualidade de vida na pandemia Home office Escritório em casa condomínio.

 

Reformas em fachadas, hall de entrada hall de escada, hall de eslevadores, e garagens têm sido recorrentes em condomínios na pandemia; intervenções requerem um bom fundo de reserva.

 

Na hora de reformar você precisa de um pedreiro de confiança

Pensou em construir ou reformar?!

É só nos chamar Renovo Reformas!

Precisando de uma boa reforma no condomínio?

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Retomada do mercado de eventos!

 

Feira de negócios em SP dá largada em série de 30 eventos-teste no estado.

 

Como Evitar Erros nas Obras?

 

Fachadas de Edifícios: Cuidados de Projeto e Execução para Prevenção de Patologias.

 

Como Evitar Falhas em Sistemas Prediais Hidrossanitários.

 

Estimativas Orçamentárias de Obras: Melhores Práticas e Como Evitar Falhas Comuns.

 

FACHADAS E INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS: COMO EVITAR FALHAS

 

Execução do revestimento de fachada pede cuidados

Escolha dos materiais, inspeção dos serviços e limpeza devem ser bem planejadas na hora de aplicar o revestimento em fachadas de edifícios

Quais os erros recorrentes praticados nas obras?

 

Quais os cuidados na execução do revestimento de fachadas?

 

Como escolher os materiais de revestimento de emboço argamassado?

 

E quanto à limpeza da base?

 

O que fazer com os pontos críticos?

 

Os erros recorrentes na obra são aqueles associados à falta de supervisão e controle. O desempenho de fachada é crítico, não adianta controlar e fazer bem feito 95% do serviço. Se numa fachada de 5 mil m2, 1% da fachada, ou seja, 50 m2 derem problema, com fissura ou desplacamento, a fachada toda estará comprometida. É muito comum a ocorrência de fissuras entre a laje e as alvenarias do último pavimento e, se não estiver prevista e executada uma junta no revestimento de fachada nessa posição, com muita freqüência se tem esse problema. A causa é muitas vezes a ausência de um projeto técnico.

O que fazer com os pontos críticos?

Quais os erros recorrentes praticados nas obras?

E quanto à argamassa ‘batizada’?

Quais as principais patologias decorrentes da má execução?

O desplacamento tem a mesma origem?

Como evitar as fissuras?

E quanto aos manchamentos?

As patologias comprometem a estanqueidade das fachadas?

Como solucionar as patologias? O custo é elevado?

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Patologias da pintura: saiba evitá-las

Eflorescência, descascamento, saponificação e desagregamento das tintas são problemas facilmente prevenidos. Limpar a superfície de forma adequada, diluir, aplicar e armazenar a tinta corretamente são procedimentos simples e eficazes

Revestir paredes com uma camada de tinta, além de transformar visualmente o ambiente, proporciona uma série de benefícios, como resistência, durabilidade, valorização e higiene. Contudo, é necessário conhecer o produto que será utilizado para que a solução não vire um problema, já que existe uma tinta diferente para cada tipo de superfície. A arquiteta Adriana de Andrade Freire explica que o preparo da superfície a ser pintada e a especificação do tipo adequado de tinta são as etapas que necessitam de mais atenção, a fim de evitar transtornos no futuro. “Também é necessário cuidado no momento de dissolver o produto. Se todas as recomendações do fabricante forem seguidas, é mais difícil que ocorram patologias como descascamento, mofo e bolhas”, comenta, definindo essas e outras ‘doenças’, causas e soluções.

 

PATOLOGIAS Eflorescência são manchas esbranquiçadas que surgem na superfície pintada. Esse problema acontece quando a tinta é aplicada sobre o reboco úmido. A liberação de vapor deposita materiais alcalinos na parede, o que causa as manchas.

 

Saponificação é o estágio seguinte da eflorescência. Se as manchas não forem tratadas, a superfície começa a apresentar aspecto pegajoso, o que provoca o retardamento da secagem dos esmaltes.

 

Descascamento de alvenaria placas de tinta que se soltam da parede. Acontece quando a superfície a ser pintada está empoeirada ou com partes soltas, tais como: caiação e reboco novo não lixado.

 

Mofo surgimento de manchas escurecidas e que exalam fortes odores. Aparece em ambientes úmidos ou com frequentes mudanças de temperatura. Outro fator que pode contribuir para a proliferação dos fungos é a pouca iluminação, pois favorece o desenvolvimento dos micro-organismos causadores do problema.

 

Bolhas podem aparecer bolhas sobre a superfície pintada quando se utiliza massa corrida em ambientes externos, o que proporciona a absorção de umidade. Repinturas sobre paredes onde não se tenha extraído toda a poeira ou reaplicação de uma tinta sobre outra de má qualidade sem as devidas preparações também são fatores que podem influenciar no aparecimento das bolhas.

 

Enrugamento a pintura apresenta aspecto enrugado devido a uma aplicação excessiva do produto, seja em uma ou em sucessivas demãos, em que a primeira não foi convenientemente seca. A superfície também pode ficar enrugada quando a secagem é feita sob intensa incidência do sol.

 

Crateras o surgimento de crateras pode acontecer devido à presença de óleo, graxa ou água na superfície. Também ocorre quando a tinta é diluída com materiais não recomendados como gasolina ou querosene.

 

Desagregamento destruição da pintura, que se esfarela e se destaca da superfície juntamente com partes do reboco. Este problema ocorre quando a tinta é aplicada antes da cura do reboco.

 

CAUSAS

De acordo com Adriana, os fatores que estão diretamente relacionados às patologias das tintas vão desde a escolha do produto e a preparação da superfície até as condições climáticas. Antes de começar a pintura, é necessário pesquisar qual a tinta mais adequada para a situação, pois no mercado existem produtos específicos para cada ambiente e superfície. Optar por uma tinta inadequada pode comprometer todo o trabalho. “A ausência de preparação da superfície ou sua realização de maneira insuficiente fará com que a pintura apresente pulverulência, contaminações, sujeiras, bolor, materiais soltos e substrato poroso”, diz a arquiteta.

Também ocorrem problemas em tintas aplicadas em paredes instáveis, como quando a argamassa ou o concreto ainda não curaram ou se a superfície está deteriorada ou friável. Para pintar um reboco novo, deve-se aguardar cerca de 28 dias para a cura.

Condições meteorológicas inadequadas como a exposição excessiva ao sol, a umidade e ventos fortes, também são fatores que influenciam no resultado final da pintura. “Por exemplo, após período chuvoso, é necessário aguardar pelo menos três dias de estiagem para que a umidade absorvida pela alvenaria evapore”, ensina a arquiteta. Já a incidência da luz solar na parede pode fazer com que o solvente evapore rapidamente, antes do necessário para a tinta curar.

Adriana também chama a atenção para as especificações do fabricante. Diluição excessiva da tinta ou formulação inadequada também são causas comuns de problemas.

COMO EVITAR

Além desses cuidados, também é necessária atenção com as tintas. “Ao abrir a lata, é indicado homogeneizar a tinta com uma espátula retangular – objetos cilíndricos não têm a mesma eficácia. Atentar também para o uso de material limpo, pois há risco de contaminação com a utilização de equipamentos sujos”, disserta a arquiteta, que alerta: “a tinta deve ser diluída de acordo com o indicado na embalagem do produto”. Diluição em excesso pode fazer com que cores intensas criem manchas esbranquiçadas e escorrimento da tinta, entre outros problemas. Por outro lado, se a diluição for insuficiente, além de tornar a aplicação pesada, haverá a perda no alastramento da tinta, deixando-a com aspecto de casca de laranja.

O excedente de tinta deve ser mantido dentro da lata, que precisa ser bem fechada para evitar contaminação. Merece atenção especial a pintura de superfície horizontal ou um pouco inclinada, pois nelas é comum o depósito de partículas em suspensão, o que prejudica o resultado final.

Quando a tinta for aplicada em paredes já pintadas anteriormente, e que estão em boas condições, é necessário limpar bem a superfície, lixar e só depois passar a nova demão de tinta. Caso a parede apresente más condições, a tinta antiga deve ser completamente removida e, a seguir, proceder como se fosse uma superfície nova.

“Paredes mofadas precisam ser cuidadosamente limpas, o que envolve a escovação da superfície, seguida por banho com uma solução de água potável e sanitária, deixando agir por 30 minutos. Depois, é preciso enxaguar a região com água potável, aguardar a secagem completa para, então, iniciar a pintura”, informa.

 

Por que tintas claras colaboram com o conforto térmico nas edificações?

Absorção e reflexão da radiação solar são aspectos-chave para a escolha das cores por arquitetos e construtores. Tintas brancas absorvem apenas 20% do calor enquanto as pretas chegam a 98%, aquecendo os ambientes

O uso de cores claras para a pintura de fachadas, telhado e cobertura das edificações promove conforto térmico nos ambientes, reduzindo o uso de ar-condicionado. Essa é a principal conclusão do estudo da Renovo Reformas, professora doutora do Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAU) da Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos. A tabela resultante de suas pesquisas é, inclusive, utilizada pelo Procel Edifica – Programa Nacional de Eficiência Energética em Edificações, criado em 2003 pelo governo federal. Objeto de sua tese de doutorado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), concluída em 2008, o tema é estudado por ela ainda hoje, ampliado para os diversos materiais de revestimento, impermeabilização e telhas.

“No doutorado, fiz comparações de reflexão e absorção de radiação solar de tintas para pintura de fachadas com produtos acrílicos e PVA. Na época, os consumidores utilizavam mais a PVA por ter preços menores, apesar de ser indicada para interiores. Trabalhei, também, com as foscas e semibrilho. A ideia inicial era que, tendo mais brilho, poderia refletir mais. No entanto, os resultados mostraram variações. A conclusão é que esse desempenho está diretamente relacionado à composição química das tintas e não ao brilho”, diz a pesquisadora, acrescentando que produtos com brilho refletem mais a luz e não o calor.

 

CORES CLARAS X ESCURAS

Para medir e comparar a quantidade de luz absorvida, transmitida ou refletida pelas tintas, ela utilizou um espectrofotômetro, aparelho onde a tinta é inserida. “Foi possível comprovar que as cores claras, de maneira geral, vão refletir mais a radiação solar do que as escuras, pois estas absorvem mais”, ressalta. Uma fachada pintada de preto absorve 98% da radiação, ou seja, praticamente tudo o que chega de energia (calor), refletindo apenas 2%. Consequentemente, a temperatura dessa parede aumenta e ela passa a ser um emissor de calor para os ambientes internos do edifício e, também, para o externo.

A radiação emitida pela parede é um infravermelho longo, que aquece o ar ao seu redor

 “A radiação emitida pela parede é um infravermelho longo, que aquece o ar ao seu redor. É o mesmo princípio do calor emitido pelo asfalto que está a altas temperaturas e acaba por criar ilhas de calor nas cidades”, explica. Na comparação com as fachadas cortinas em vidro refletivo, o material funciona como um espelho, refletindo a radiação no mesmo ângulo, no momento em que é atingido. Contribui, assim, para o aquecimento das superfícies próximas, como os prédios do entorno. A transmitância térmica das fachadas escuras ou de vidros será maior quanto menor for sua espessura. “Ao encostarmos nelas, sentimos que está bem quente”, observa.

A absortância da radiação solar foi medida por Dornelles em dois edifícios vizinhos: um branco e outro azul escuro. “Com a temperatura do ar na faixa dos 30 °C, a parede pintada de branco fica em torno de 40 °C. Já a fachada azul escuro chega tranquilamente nos 80 °C, e a preta atinge 90 °C por volta das 13 h de um dia quente”, relata. As consequências vão além do aquecimento dos ambientes internos, podendo gerar problemas estruturais com a dilatação dos materiais da sua construção. Muitas vezes aparecem fissuras nas paredes e descolamento do revestimento cerâmico mais escuro, em decorrência do comprometimento da argamassa por conta das grandes variações de temperatura.

 

Os estudos mostraram, também, que não é necessário usar apenas o branco. Qualquer cor clara, em tons pastéis, tem absorção de até 50%, lembrando que o branco absorve entre 15 e 20%. O amarelo claro e o marfim atingem entre 30 e 50%. Acima desse percentual estão as cores mais vivas, escuras, que podem ser o mesmo amarelo, verde ou azul, porém, intensos. “O vermelho vai absorver 70%”, relata Dornelles que se surpreendeu com os resultados das tintas no tom branco gelo: a absortância ficou entre 35% em algumas marcas e até mais de 50% em outras. A explicação é que o branco gelo tem pigmentos de cor cinza na sua composição, mas ainda compõem o grupo de cores claras.

 

TEMPERATURA INTERNA

De acordo com Dornelles, não é possível afirmar, de maneira genérica, o quanto de calor passa das fachadas escuras para os ambientes das edificações. “Em primeiro lugar, porque depende da espessura e dos materiais das paredes. O projeto de arquitetura e a implantação do edifício no terreno também interferem: se há ventilação cruzada ou não, se a fachada recebe o sol da tarde ou apenas o da manhã”, expõe. É possível, no entanto, calcular o fluxo de calor por metro quadrado que passa pela parede para o ambiente.

Diante dessas condicionantes, a pesquisadora alerta arquitetos e construtores para anúncios de tintas ou mantas de isolamento térmico que prometem a redução de um determinado número de graus no interior dos imóveis. “Não tem como afirmar isso, como fazem os fabricantes de tintas chamadas de térmicas. Eles não podem dizer que, por exemplo, ao pintar o telhado com sua tinta, a temperatura interna cairá 5 °C dentro da casa”, diz. A única forma verdadeira é o fabricante relatar os resultados obtidos em estudo de caso, ou ensaio, simulando condições reais.

Além disso, afirmar que uma tinta é isolante térmica é um conceito errado, pois ela não trabalha com condução do calor, mas com o índice de refletância. “E foi o que mostrou, no meu pós-doutorado, a comparação entre tintas brancas com as produzidas com microesferas cerâmicas. Estas, por sua baixa espessura após a aplicação, têm impacto mais evidente na reflexão da radiação solar”, relata.

 

Medi a absortância do granito polido e do sem polimento. O polido mostrou maior índice de reflexão, devido à granulometria da superfície. O mesmo vale para as paredes com textura que, mesmo brancas, vão absorver mais calor.

 

Segundo Dornelles, o comportamento dos materiais de revestimento de fachadas é similar ao das tintas. A diferença está apenas na rugosidade de cada um: quanto mais rugoso, maior a absorção do calor. Mesmo sendo branco, ele vai absorver mais do que se a parede fosse lisa. “Medi a absortância do granito polido e do sem polimento. O polido mostrou maior índice de reflexão, devido à granulometria da superfície. O mesmo vale para as paredes com textura que, mesmo brancas, vão absorver mais calor”, revela.

 

TELHADOS

Casas térreas ou até mesmo sobrados têm área de telhado mais exposta ao sol do que as fachadas. Portanto, o impacto da cobertura é muito maior no conforto térmico nos ambientes. Já nos edifícios altos, as fachadas contribuem diretamente para o aquecimento dos ambientes das unidades e somente o apartamento do último pavimento será impactado pela cobertura. A constatação ensina que a arquitetura deve trabalhar com seleção de cores, sem perder o aspecto estético dos edifícios. “Por exemplo, um prédio em que os dormitórios recebem todo o sol da tarde e aquecem deve ter esta fachada pintada em cores claras. E o arquiteto fica à vontade para especificar as cores que desejar para as demais”, indica a pesquisadora, que não vê necessidade de pintar uma casa ou prédio inteiros de branco para promover o conforto térmico.

Ela chama a atenção para o fato de que os tons mais claros nas coberturas implicam maior frequência da manutenção. As pesquisas identificaram que a reflexão de um telhado pintado de branco será menor após um ano, pois a telha acumulou sujeira e deixou de ser branca. Para manter o mesmo índice inicial, será preciso executar uma limpeza e/ou repintar. O prazo, no entanto, varia em função da localização do imóvel. No litoral, por exemplo, é comum a proliferação de fungos na cobertura, escurecendo-a ou deixando-a esverdeada, o que exige mais cuidados com a pintura.

Solução econômica e branca é a cal. “O problema é que a cal não resiste ao tempo, o que faz dela uma alternativa temporária. Ou seria preciso reutilizá-la com frequência e acaba ficando mais caro do que a tinta”, comenta. Por outro lado, são raros os fabricantes que divulgam os dados de absorção e reflexão das tintas que produzem. “Somente medindo é que conseguimos saber quais as de melhor desempenho térmico. Essas informações não aparecem nos rótulos, mas deveriam estar ali, oferecendo opções aos consumidores”, afirma Dornelles. Há exceções, como as indústrias que fornecem tintas para construtoras financiadas pela Caixa Econômica Federal, obrigadas a comprovar a refletância do produto. Ou, que suas tintas ou mantas térmicas serão usadas na cobertura de edifícios candidatos à certificação LEED de impacto ambiental.

 

DEFINIÇÃO DAS CORES

Existem condomínios que proíbem a troca de cores na fachada sem a aprovação em assembleia. Quando o resultado da votação é pela alteração, a escolha da tonalidade deve ser baseada nos catálogos atualizados dos fornecedores de tintas. “Isso porque o sistema self color é muito mais caro”, comenta Renovo Reformas. “Antes de iniciar a aplicação, podem ser realizados simulações digitais e testes práticos na superfície, a fim de averiguar”, completa Renovo Reformas.

O prestador de serviço tem a liberdade de auxiliar os responsáveis pelo empreendimento nessa fase de escolha. Por exemplo, informando quais cores conseguem camuflar melhor a sujeira causada pela poluição, passando noções básicas de combinações de tonalidades e indicando os acabamentos mais comuns.

As tintas recomendadas para as fachadas são as premium, que garantem maior resistência e proteção contra intempéries, além de apresentarem durabilidade elevada. “Caso ocorram divergências nos lotes, resultando em alterações de tonalidades na superfície, o fabricante é responsável por arcar com a perda de material e pela mão de obra necessária para a nova pintura”, conta Renovo Reformas.-

 

SEGURANÇA

De acordo com as NRs de trabalho em altura, os pintores devem passar por cursos antes de realizar qualquer atividade. “Os profissionais são submetidos a treinamentos anuais. Também é necessária bateria de exames médicos que verificam se há problemas de saúde que os tornem inaptos”, informa Renovo Reformas. As normas exigem ainda o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), como capacete e óculos.

As cadeirinhas devem sempre ser homologadas e apresentar placa com os dados do Ministério do Trabalho. “É importante lembrar que as fabricadas a partir da madeira são irregulares e bastante perigosas”, adverte Renovo Reformas. O equipamento precisa ter cinto de segurança e alavanca trava-quedas, para ser acionada em caso de acidentes. “Existem cordas adequadas, como as de bombeiro, que suportam até duas toneladas e vêm em duplas, sendo uma de segurança”, complementa.

 

EQUIPAMENTOS

As ferramentas para o trabalho são variadas e a escolha acontece em função do tipo de pintura. Há rolo específico para textura e outro usado em pinturas, além das espátulas, desempenadeiras e escovas de aço. “O operário não sobe com a lata cheia, por conta do peso. O cálculo é feito para a tinta durar todo o período em que o profissional estará em altura. Caso necessário, a equipe em terra pode reabastecê-lo”, explica Renovo Reformas.

Recentemente, o mercado lançou uma novidade que elimina a necessidade de o pintor ficar descendo as latas. “O equipamento se assemelha às bombas de gasolina. O profissional aperta o gatilho e a tinta viaja pela mangueira até alimentar o rolo automaticamente. Assim, não é preciso ficar repetindo o movimento de molhá-lo nas embalagens, promovendo maior limpeza com a minimização de respingos e acelerando o trabalho”, detalha Renovo Reformas.

 

PÓS-OBRA E GARANTIAS

O Código de Defesa do Consumidor determina que a garantia do trabalho seja de cinco anos. Para manter o aspecto visual por longos períodos, os prestadores de serviço recomendam lavagens periódicas da fachada. “Quando a pintura acaba, os trabalhadores realizam a limpeza do condomínio, afinal, mesmo com todos os cuidados sempre ocorrem respingos. Então, é preciso limpar as pingadeiras, esquadrias, vidros e pisos”, finaliza Renovo Reformas.

 

O que são patologias na construção civil?

São doenças que acometem as matérias-primas da estrutura das construções. Da mesma forma como ocorre conosco, as patologias podem se manifestar por uma série de razões. Do armazenamento inadequado e falta de atenção, até questões que envolvem o não cumprimento de leis e normas.

 

As consequências são diversas. A lista envolve, entre outros:

 

Prejuízos financeiros;

Atrasos de cronograma;

Insatisfação de clientes;

Nos casos mais graves, acidentes sérios como desabamentos ou evacuação devido ao comprometimento da estrutura predial.

Assim sendo, a verdade é que estes são problemas que podem surgir a qualquer momento, em qualquer etapa da construção. Inclusive, anos após a entrega de uma obra.

 

No entanto, quando estamos atentos a certos detalhes, torna-se muito mais fácil prever as patologias construtivas que podem ocorrer em alguns casos. E, consequentemente, evitá-las!

 

Tudo bem, mas quais são as patologias na construção civil mais comuns e como é possível identificá-las antes que se tornem realmente sérias? Veremos a seguir.

 

Patologias na construção civil: sintomas e tratamentos

Quando falamos em sintomas, estamos citando, na verdade, manifestações patológicas. Em outras palavras, a apresentação de alguma característica que possa se mostrar prejudicial ao afetar materiais ou estruturas da construção.

 

Tais manifestações aparecem de diversas formas e podem incluir de patologias do concreto – como fissuras, rachaduras e infiltrações – até patologias de revestimento, como de pintura e alvenaria, desbotamento, bolhas e destacamento.

 

Vejamos as características principais de 9 delas:

 

1. Trincas e fissuras

Aparentemente inofensivas, as trincas e fissuras são sinal de que houve, principalmente, algum tipo de falha na uniformidade da mistura do concreto. A medida preventiva começa na contratação do profissional, que deve considerar todas as indicações ambientais antes de preparar a mistura. Além disso, evitar o problema tem a ver, principalmente, com a dosagem correta durante a elaboração.

 

2. Porosidade

Problema que compromete a resistência do concreto e está diretamente relacionado a um processo de preparação que não foi realizado de acordo com parâmetros de qualidade e boas práticas da construção. Para evitar a porosidade, certifique-se que o concreto seja lançado sempre próximo do local definitivo e que a ação ocorra antes do início do ponto de pega. Utilize calhas, funis ou trombas para lançamentos de alturas superiores a dois metros.

 

3. Infiltração

Possivelmente um dos piores vilões da construção civil, a infiltração consiste em estragos causados por água e umidade em excesso. Em geral, é uma patologia que pode ser evitada com medidas básicas de impermeabilização. Lembrando que existem impermeabilizantes adequados para cada espaço e essa é uma classificação que deve ser respeitada.

 

4. Rachaduras

Mais graves que as fissuras e trincas, as rachaduras são facilmente identificadas – uma vez que ultrapassam o diâmetro de um milímetro. Costumam aparecer devido a micro-movimentos de acomodação da edificação sobre o solo. Quando surgem em lajes, marquises, pilares e vigas, merecem atenção especial, pois comprometem a sustentação estrutural das construções.

 

5. Carbonatação

É a corrosão de estruturas metálicas, também chamadas de armaduras de concreto. O problema ocorre quando a cobertura de cimento não é suficiente para proteger o aço de processos corrosivos. É uma degradação contínua que, se não for resolvida com agilidade, pode comprometer as estruturas da edificação.

 

6. Destacamento

Manifestação patológica caracterizada pela perda de aderência entre peças cerâmicas e substrato ou argamassa. É o descolamento parcial ou total de ladrilhos, pisos e porcelanatos da superfície.

 

7. Gretamento

Representa o comprometimento estético de placas cerâmicas. É caracterizado por defeitos superficiais em azulejos e materiais similares, como riscos e marcas, que eventualmente podem evoluir para um descolamento.

 

8. Desbotamento

É a descoloração de pigmentos presentes em tintas pouco resistentes, especialmente quando aplicadas em áreas externas – como fachadas, muros e varandas. Ocorre quando a incidência de luz solar é muito frequente sobre a superfície. Pode ser evitado com a utilização de produtos com alta resistência aos raios ultravioleta.

 

9. Bolhas

São representadas pela presença de água ou ar sob uma película de tinta, gesso ou textura. A umidade é a grande vilã nesses casos e pode ser evitada com impermeabilizantes de boa resistência, acabamento de qualidade e aditivos antiespumantes.

 

Na maioria dos casos, as patologias na construção civil são decorrentes de fatores como:

 

Falhas de execução;

Qualidade baixa dos materiais ou serviços prestados;

Manutenções inadequadas ou inexistentes;

Mau acondicionamento de matérias-primas;

Não cumprimento de normas técnicas;

Erros de manipulação ou utilização;

Falta de atenção ou comprometimento.

A boa notícia é que todas elas podem ser evitadas! A iniciar pelo processo de gestão, ideal para garantir resultados de qualidade e comunicação transparente durante todas as etapas de um projeto.

 

Além disso, todos os profissionais que estão atuando na obra devem estar preparados para identificar possíveis sintomas. E, assim, agir com assertividade para tomar providências que colocarão um ponto final ao problema antes que ele se agrave.

 

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Especializações possíveis para o pedreiro

Normalmente, quando um profissional se especializa em algum tipo de tarefa, ele consegue apresentar um serviço de qualidade melhor e realizá-lo em um tempo menor. Não é diferente com o pedreiro.

Por isso, muitos deles optam por desempenhar suas atividades em uma área específica. É uma forma de acelerarem a produção, garantirem qualidade e aumentarem seus rendimentos.

Por isso é importante identificar os tipos de serviços que precisam ser realizados na sua obra para contratar um profissional especializado. Conheça algumas dessas possibilidades:

pedreiro azulejista: especializado no assentamento de revestimentos cerâmicos, azulejos e porcelanatos;

pedreiro de acabamento: além de assentar revestimentos, esse profissional instala bancadas como as de granito e mármore, portas, janelas, louças e metais;

pedreiro de alvenaria: responsável pela construção de alvenarias de estruturais ou de vedação realizadas com tijolos cerâmicos ou blocos de concreto;

pedreiro de manutenção predial: é especializado em serviços de conservação de casas e condomínios e soluciona problemas comuns do dia a dia — entupimentos, vazamentos, reparos na pintura ou revestimentos, troca de louças e torneira etc.;

pedreiro especializado em OAC (obra de arte corrente): trabalha com redes de drenagem pluvial, galerias, bueiros, sarjetas, caixas, valetas, drenos profundos ou subsuperficiais, além da implantação de redes de esgoto e água. Geralmente atua em obras de infraestrutura, como a implantação de condomínios, bairros, estradas, rodovias…

 

Hierarquia de uma Obra de Construção Civil,

Mestre-de-obras, encarregados, pedreiros, carpinteiros, armadores, serventes, bombeiros, eletricistas, pintores, gesseiro, pedreiro de acabamento, calceteiro.

 

Pedreiro,

Eletricista,

Pintor,

Gesseiro,

Serralheiro,

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Reforma geral,

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Reforma Construção Civil,

Reforma Construções,

Reforma Construção,

Pedreiros em outras regiões de Belo Horizonte,

Pedreiros em Acaiaça BH,

Pedreiros em Adelaide BH,

Pedreiros em Aeroporto BH,

Pedreiros em Alto Barroca BH,

Pedreiros em Alto Caiçaras BH,

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Pedreiros em Alípio de Melo BH,

Pedreiros em Anchieta BH,

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Pedreiros em Barro Preto BH,

Pedreiros em Barroca BH,

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Pedreiros em Bonfim BH,

Pedreiros em Buritis BH,

Pedreiros em Cachoeirinha BH,

Pedreiros em Caiçara Adelaide BH,

Pedreiros em Caiçaras BH,

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Pedreiros em Califórnia BH,

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Pedreiros em Canadá BH,

Pedreiros em Canaã BH,

Pedreiros em Candelária BH,

Pedreiros em Carlos Prates BH,

Pedreiros em Carmo BH,

Pedreiros em Castelo BH,

Pedreiros em Centro BH,

Pedreiros em Cidade Jardim BH,

Pedreiros em Cidade Nova BH,

Pedreiros em Colégio Batista BH,

Pedreiros em Comiteco BH,

Pedreiros em Concórdia BH,

Pedreiros em Conjunto Califórnia BH,

Pedreiros em Conjunto Celso Machado BH,

Pedreiros em Conjunto Confisco BH,

Pedreiros em Conjunto Novo Dom Bosco BH,

Pedreiros em Coqueiros BH,

Pedreiros em Coração Eucarístico BH,

Pedreiros em Coração de Jesus BH,

Pedreiros em Distrito Industrial Vale do Jatobá Barreiro BH,

Pedreiros em Dom Bosco BH,

Pedreiros em Dom Cabral BH,

Pedreiros em Dom Joaquim BH,

Pedreiros em Dom Silvério BH,

Pedreiros em Dona Clara BH,

Pedreiros em Engenho Nogueira BH,

Pedreiros em Ermelinda BH,

Pedreiros em Estoril BH,

Pedreiros em Estrela do Oriente BH,

Pedreiros em Fernão Dias BH,

Pedreiros em Floresta BH,

Pedreiros em Funcionários BH,

Pedreiros em Gameleira BH,

Pedreiros em Glória BH,

Pedreiros em Grajaú BH,

Pedreiros em Graça BH,

Pedreiros em Gutierrez BH,

Pedreiros em Heliópolis BH,

Pedreiros em Horto BH,

Pedreiros em Horto Florestal BH,

Pedreiros em Ipiranga BH,

Pedreiros em Itapoã BH,

Pedreiros em Itatiaia BH,

Pedreiros em Jardim América BH,

Pedreiros em Jardim Atlântico BH,

Pedreiros em João Pinheiro BH,

Pedreiros em Liberdade BH,

Pedreiros em Lourdes BH,

Pedreiros em Luxemburgo BH,

Pedreiros em Mala e Cuia Sion BH,

Pedreiros em Manacás BH,

Pedreiros em Mangabeiras BH,

Pedreiros em Minas Brasil BH,

Pedreiros em Monsenhor Messias BH,

Pedreiros em Nova Floresta BH,

Pedreiros em Nova Gameleira BH,

Pedreiros em Nova Granada BH,

Pedreiros em Nova Pampulha BH,

Pedreiros em Nova Suíssa BH,

Pedreiros em Novo Glória BH,

Pedreiros em Olhos DÁgua BH,

Pedreiros em Ouro Minas BH,

Pedreiros em Ouro Preto BH,

Pedreiros em Padre Eustáquio BH,

Pedreiros em Palmares BH,

Pedreiros em Pampulha BH,

Pedreiros em Paquetá BH,

Pedreiros em Parque São José BH,

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Pedreiros em Prado BH,

Pedreiros em Renascença BH,

Pedreiros em Sagrada Família BH,

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Pedreiros em Santa Branca BH,

Pedreiros em Santa Cruz BH,

Pedreiros em Santa Efigênia BH,

Pedreiros em Santa Inês BH,

Pedreiros em Santa Lúcia BH,

Pedreiros em Santa Maria BH,

Pedreiros em Santa Tereza BH,

Pedreiros em Santa Terezinha BH,

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Execução de piso de concreto armado,

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Pedreiro para cerâmica BH

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CONTROLE DOS SERVIÇOS

Procedimentos para execução dos serviços (NBR):

• Condições de início do serviço;

• Documentos de referência;

• Ferramentas e equipamentos;

• Pontos críticos e especificidades;

• Método executivo;

• Proteção do serviço acabado.

 

Procedimentos para inspeção dos serviços (NBR):

• Etapas e critérios de verificação e tolerâncias para o recebimento;

• Controle e tratamento de serviços não-conformes.

 

CONTROLE DOS MATERIAIS

Padrões de verificação dos materiais:

• Método de verificação e tolerâncias admissíveis;

• Disposição de produto não-conforme.

• Cuidados no manuseio dos materiais e na organização do estoque (evitar perdas);

• Condições de armazenamento que previnam danos ou deterioração (orientações dos fabricantes e boas práticas);

• Avaliação periódica dos insumos estocados (manutenção da organização e rápida identificação de desperdícios);

• Identificação para evitar uso indevido.

 

FICHAS DE VERIFICAÇÃO DE SERVIÇOS

Detectar retrabalhos, falhas, dificuldades e problemas de execução;

• Medir a produtividade das equipes, perdas e desperdício;

• Verificar a qualidade dos materiais e dos fornecedores;

• Checar prazos e eventuais serviços conflitantes;

• Cruzar os dados das FVS com problemas relatados pela assistência técnica, visando aprimoramentos tanto nos processos quanto no produto final;

• Avaliar e repensar tecnologias e sistemas construtivos.

 

Patologias da pintura: saiba evitá-las

Eflorescência, descascamento, saponificação e desagregamento das tintas são problemas facilmente prevenidos. Limpar a superfície de forma adequada, diluir, aplicar e armazenar a tinta corretamente são procedimentos simples e eficazes

Revestir paredes com uma camada de tinta, além de transformar visualmente o ambiente, proporciona uma série de benefícios, como resistência, durabilidade, valorização e higiene. Contudo, é necessário conhecer o produto que será utilizado para que a solução não vire um problema, já que existe uma tinta diferente para cada tipo de superfície. A arquiteta Adriana de Andrade Freire explica que o preparo da superfície a ser pintada e a especificação do tipo adequado de tinta são as etapas que necessitam de mais atenção, a fim de evitar transtornos no futuro. “Também é necessário cuidado no momento de dissolver o produto. Se todas as recomendações do fabricante forem seguidas, é mais difícil que ocorram patologias como descascamento, mofo e bolhas”, comenta, definindo essas e outras ‘doenças’, causas e soluções.

 

PATOLOGIAS Eflorescência são manchas esbranquiçadas que surgem na superfície pintada. Esse problema acontece quando a tinta é aplicada sobre o reboco úmido. A liberação de vapor deposita materiais alcalinos na parede, o que causa as manchas.

 

Saponificação é o estágio seguinte da eflorescência. Se as manchas não forem tratadas, a superfície começa a apresentar aspecto pegajoso, o que provoca o retardamento da secagem dos esmaltes.

 

Descascamento de alvenaria placas de tinta que se soltam da parede. Acontece quando a superfície a ser pintada está empoeirada ou com partes soltas, tais como: caiação e reboco novo não lixado.

 

Mofo surgimento de manchas escurecidas e que exalam fortes odores. Aparece em ambientes úmidos ou com frequentes mudanças de temperatura. Outro fator que pode contribuir para a proliferação dos fungos é a pouca iluminação, pois favorece o desenvolvimento dos micro-organismos causadores do problema.

 

Bolhas podem aparecer bolhas sobre a superfície pintada quando se utiliza massa corrida em ambientes externos, o que proporciona a absorção de umidade. Repinturas sobre paredes onde não se tenha extraído toda a poeira ou reaplicação de uma tinta sobre outra de má qualidade sem as devidas preparações também são fatores que podem influenciar no aparecimento das bolhas.

 

Enrugamento a pintura apresenta aspecto enrugado devido a uma aplicação excessiva do produto, seja em uma ou em sucessivas demãos, em que a primeira não foi convenientemente seca. A superfície também pode ficar enrugada quando a secagem é feita sob intensa incidência do sol.

 

Crateras o surgimento de crateras pode acontecer devido à presença de óleo, graxa ou água na superfície. Também ocorre quando a tinta é diluída com materiais não recomendados como gasolina ou querosene.

 

Desagregamento destruição da pintura, que se esfarela e se destaca da superfície juntamente com partes do reboco. Este problema ocorre quando a tinta é aplicada antes da cura do reboco.

 

CAUSAS

De acordo com Adriana, os fatores que estão diretamente relacionados às patologias das tintas vão desde a escolha do produto e a preparação da superfície até as condições climáticas. Antes de começar a pintura, é necessário pesquisar qual a tinta mais adequada para a situação, pois no mercado existem produtos específicos para cada ambiente e superfície. Optar por uma tinta inadequada pode comprometer todo o trabalho. “A ausência de preparação da superfície ou sua realização de maneira insuficiente fará com que a pintura apresente pulverulência, contaminações, sujeiras, bolor, materiais soltos e substrato poroso”, diz a arquiteta.

Também ocorrem problemas em tintas aplicadas em paredes instáveis, como quando a argamassa ou o concreto ainda não curaram ou se a superfície está deteriorada ou friável. Para pintar um reboco novo, deve-se aguardar cerca de 28 dias para a cura.

Condições meteorológicas inadequadas como a exposição excessiva ao sol, a umidade e ventos fortes, também são fatores que influenciam no resultado final da pintura. “Por exemplo, após período chuvoso, é necessário aguardar pelo menos três dias de estiagem para que a umidade absorvida pela alvenaria evapore”, ensina a arquiteta. Já a incidência da luz solar na parede pode fazer com que o solvente evapore rapidamente, antes do necessário para a tinta curar.

Adriana também chama a atenção para as especificações do fabricante. Diluição excessiva da tinta ou formulação inadequada também são causas comuns de problemas.

COMO EVITAR

Além desses cuidados, também é necessária atenção com as tintas. “Ao abrir a lata, é indicado homogeneizar a tinta com uma espátula retangular – objetos cilíndricos não têm a mesma eficácia. Atentar também para o uso de material limpo, pois há risco de contaminação com a utilização de equipamentos sujos”, disserta a arquiteta, que alerta: “a tinta deve ser diluída de acordo com o indicado na embalagem do produto”. Diluição em excesso pode fazer com que cores intensas criem manchas esbranquiçadas e escorrimento da tinta, entre outros problemas. Por outro lado, se a diluição for insuficiente, além de tornar a aplicação pesada, haverá a perda no alastramento da tinta, deixando-a com aspecto de casca de laranja.

O excedente de tinta deve ser mantido dentro da lata, que precisa ser bem fechada para evitar contaminação. Merece atenção especial a pintura de superfície horizontal ou um pouco inclinada, pois nelas é comum o depósito de partículas em suspensão, o que prejudica o resultado final.

Quando a tinta for aplicada em paredes já pintadas anteriormente, e que estão em boas condições, é necessário limpar bem a superfície, lixar e só depois passar a nova demão de tinta. Caso a parede apresente más condições, a tinta antiga deve ser completamente removida e, a seguir, proceder como se fosse uma superfície nova.

“Paredes mofadas precisam ser cuidadosamente limpas, o que envolve a escovação da superfície, seguida por banho com uma solução de água potável e sanitária, deixando agir por 30 minutos. Depois, é preciso enxaguar a região com água potável, aguardar a secagem completa para, então, iniciar a pintura”, informa.

 

Por que tintas claras colaboram com o conforto térmico nas edificações?

Absorção e reflexão da radiação solar são aspectos-chave para a escolha das cores por arquitetos e construtores. Tintas brancas absorvem apenas 20% do calor enquanto as pretas chegam a 98%, aquecendo os ambientes

O uso de cores claras para a pintura de fachadas, telhado e cobertura das edificações promove conforto térmico nos ambientes, reduzindo o uso de ar-condicionado. Essa é a principal conclusão do estudo da Renovo Reformas, professora doutora do Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAU) da Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos. A tabela resultante de suas pesquisas é, inclusive, utilizada pelo Procel Edifica – Programa Nacional de Eficiência Energética em Edificações, criado em 2003 pelo governo federal. Objeto de sua tese de doutorado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), concluída em 2008, o tema é estudado por ela ainda hoje, ampliado para os diversos materiais de revestimento, impermeabilização e telhas.

“No doutorado, fiz comparações de reflexão e absorção de radiação solar de tintas para pintura de fachadas com produtos acrílicos e PVA. Na época, os consumidores utilizavam mais a PVA por ter preços menores, apesar de ser indicada para interiores. Trabalhei, também, com as foscas e semibrilho. A ideia inicial era que, tendo mais brilho, poderia refletir mais. No entanto, os resultados mostraram variações. A conclusão é que esse desempenho está diretamente relacionado à composição química das tintas e não ao brilho”, diz a pesquisadora, acrescentando que produtos com brilho refletem mais a luz e não o calor.

 

CORES CLARAS X ESCURAS

Para medir e comparar a quantidade de luz absorvida, transmitida ou refletida pelas tintas, ela utilizou um espectrofotômetro, aparelho onde a tinta é inserida. “Foi possível comprovar que as cores claras, de maneira geral, vão refletir mais a radiação solar do que as escuras, pois estas absorvem mais”, ressalta. Uma fachada pintada de preto absorve 98% da radiação, ou seja, praticamente tudo o que chega de energia (calor), refletindo apenas 2%. Consequentemente, a temperatura dessa parede aumenta e ela passa a ser um emissor de calor para os ambientes internos do edifício e, também, para o externo.

A radiação emitida pela parede é um infravermelho longo, que aquece o ar ao seu redor

 “A radiação emitida pela parede é um infravermelho longo, que aquece o ar ao seu redor. É o mesmo princípio do calor emitido pelo asfalto que está a altas temperaturas e acaba por criar ilhas de calor nas cidades”, explica. Na comparação com as fachadas cortinas em vidro refletivo, o material funciona como um espelho, refletindo a radiação no mesmo ângulo, no momento em que é atingido. Contribui, assim, para o aquecimento das superfícies próximas, como os prédios do entorno. A transmitância térmica das fachadas escuras ou de vidros será maior quanto menor for sua espessura. “Ao encostarmos nelas, sentimos que está bem quente”, observa.

A absortância da radiação solar foi medida por Dornelles em dois edifícios vizinhos: um branco e outro azul escuro. “Com a temperatura do ar na faixa dos 30 °C, a parede pintada de branco fica em torno de 40 °C. Já a fachada azul escuro chega tranquilamente nos 80 °C, e a preta atinge 90 °C por volta das 13 h de um dia quente”, relata. As consequências vão além do aquecimento dos ambientes internos, podendo gerar problemas estruturais com a dilatação dos materiais da sua construção. Muitas vezes aparecem fissuras nas paredes e descolamento do revestimento cerâmico mais escuro, em decorrência do comprometimento da argamassa por conta das grandes variações de temperatura.

 

Os estudos mostraram, também, que não é necessário usar apenas o branco. Qualquer cor clara, em tons pastéis, tem absorção de até 50%, lembrando que o branco absorve entre 15 e 20%. O amarelo claro e o marfim atingem entre 30 e 50%. Acima desse percentual estão as cores mais vivas, escuras, que podem ser o mesmo amarelo, verde ou azul, porém, intensos. “O vermelho vai absorver 70%”, relata Dornelles que se surpreendeu com os resultados das tintas no tom branco gelo: a absortância ficou entre 35% em algumas marcas e até mais de 50% em outras. A explicação é que o branco gelo tem pigmentos de cor cinza na sua composição, mas ainda compõem o grupo de cores claras.

 

TEMPERATURA INTERNA

De acordo com Dornelles, não é possível afirmar, de maneira genérica, o quanto de calor passa das fachadas escuras para os ambientes das edificações. “Em primeiro lugar, porque depende da espessura e dos materiais das paredes. O projeto de arquitetura e a implantação do edifício no terreno também interferem: se há ventilação cruzada ou não, se a fachada recebe o sol da tarde ou apenas o da manhã”, expõe. É possível, no entanto, calcular o fluxo de calor por metro quadrado que passa pela parede para o ambiente.

Diante dessas condicionantes, a pesquisadora alerta arquitetos e construtores para anúncios de tintas ou mantas de isolamento térmico que prometem a redução de um determinado número de graus no interior dos imóveis. “Não tem como afirmar isso, como fazem os fabricantes de tintas chamadas de térmicas. Eles não podem dizer que, por exemplo, ao pintar o telhado com sua tinta, a temperatura interna cairá 5 °C dentro da casa”, diz. A única forma verdadeira é o fabricante relatar os resultados obtidos em estudo de caso, ou ensaio, simulando condições reais.

Além disso, afirmar que uma tinta é isolante térmica é um conceito errado, pois ela não trabalha com condução do calor, mas com o índice de refletância. “E foi o que mostrou, no meu pós-doutorado, a comparação entre tintas brancas com as produzidas com microesferas cerâmicas. Estas, por sua baixa espessura após a aplicação, têm impacto mais evidente na reflexão da radiação solar”, relata.

 

Medi a absortância do granito polido e do sem polimento. O polido mostrou maior índice de reflexão, devido à granulometria da superfície. O mesmo vale para as paredes com textura que, mesmo brancas, vão absorver mais calor.

 

Segundo Dornelles, o comportamento dos materiais de revestimento de fachadas é similar ao das tintas. A diferença está apenas na rugosidade de cada um: quanto mais rugoso, maior a absorção do calor. Mesmo sendo branco, ele vai absorver mais do que se a parede fosse lisa. “Medi a absortância do granito polido e do sem polimento. O polido mostrou maior índice de reflexão, devido à granulometria da superfície. O mesmo vale para as paredes com textura que, mesmo brancas, vão absorver mais calor”, revela.

 

TELHADOS

Casas térreas ou até mesmo sobrados têm área de telhado mais exposta ao sol do que as fachadas. Portanto, o impacto da cobertura é muito maior no conforto térmico nos ambientes. Já nos edifícios altos, as fachadas contribuem diretamente para o aquecimento dos ambientes das unidades e somente o apartamento do último pavimento será impactado pela cobertura. A constatação ensina que a arquitetura deve trabalhar com seleção de cores, sem perder o aspecto estético dos edifícios. “Por exemplo, um prédio em que os dormitórios recebem todo o sol da tarde e aquecem deve ter esta fachada pintada em cores claras. E o arquiteto fica à vontade para especificar as cores que desejar para as demais”, indica a pesquisadora, que não vê necessidade de pintar uma casa ou prédio inteiros de branco para promover o conforto térmico.

Ela chama a atenção para o fato de que os tons mais claros nas coberturas implicam maior frequência da manutenção. As pesquisas identificaram que a reflexão de um telhado pintado de branco será menor após um ano, pois a telha acumulou sujeira e deixou de ser branca. Para manter o mesmo índice inicial, será preciso executar uma limpeza e/ou repintar. O prazo, no entanto, varia em função da localização do imóvel. No litoral, por exemplo, é comum a proliferação de fungos na cobertura, escurecendo-a ou deixando-a esverdeada, o que exige mais cuidados com a pintura.

Solução econômica e branca é a cal. “O problema é que a cal não resiste ao tempo, o que faz dela uma alternativa temporária. Ou seria preciso reutilizá-la com frequência e acaba ficando mais caro do que a tinta”, comenta. Por outro lado, são raros os fabricantes que divulgam os dados de absorção e reflexão das tintas que produzem. “Somente medindo é que conseguimos saber quais as de melhor desempenho térmico. Essas informações não aparecem nos rótulos, mas deveriam estar ali, oferecendo opções aos consumidores”, afirma Dornelles. Há exceções, como as indústrias que fornecem tintas para construtoras financiadas pela Caixa Econômica Federal, obrigadas a comprovar a refletância do produto. Ou, que suas tintas ou mantas térmicas serão usadas na cobertura de edifícios candidatos à certificação LEED de impacto ambiental.

 

DEFINIÇÃO DAS CORES

Existem condomínios que proíbem a troca de cores na fachada sem a aprovação em assembleia. Quando o resultado da votação é pela alteração, a escolha da tonalidade deve ser baseada nos catálogos atualizados dos fornecedores de tintas. “Isso porque o sistema self color é muito mais caro”, comenta Renovo Reformas. “Antes de iniciar a aplicação, podem ser realizados simulações digitais e testes práticos na superfície, a fim de averiguar”, completa Renovo Reformas.

O prestador de serviço tem a liberdade de auxiliar os responsáveis pelo empreendimento nessa fase de escolha. Por exemplo, informando quais cores conseguem camuflar melhor a sujeira causada pela poluição, passando noções básicas de combinações de tonalidades e indicando os acabamentos mais comuns.

As tintas recomendadas para as fachadas são as premium, que garantem maior resistência e proteção contra intempéries, além de apresentarem durabilidade elevada. “Caso ocorram divergências nos lotes, resultando em alterações de tonalidades na superfície, o fabricante é responsável por arcar com a perda de material e pela mão de obra necessária para a nova pintura”, conta Renovo Reformas.-

 

SEGURANÇA

De acordo com as NRs de trabalho em altura, os pintores devem passar por cursos antes de realizar qualquer atividade. “Os profissionais são submetidos a treinamentos anuais. Também é necessária bateria de exames médicos que verificam se há problemas de saúde que os tornem inaptos”, informa Renovo Reformas. As normas exigem ainda o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), como capacete e óculos.

As cadeirinhas devem sempre ser homologadas e apresentar placa com os dados do Ministério do Trabalho. “É importante lembrar que as fabricadas a partir da madeira são irregulares e bastante perigosas”, adverte Renovo Reformas. O equipamento precisa ter cinto de segurança e alavanca trava-quedas, para ser acionada em caso de acidentes. “Existem cordas adequadas, como as de bombeiro, que suportam até duas toneladas e vêm em duplas, sendo uma de segurança”, complementa.

 

EQUIPAMENTOS

As ferramentas para o trabalho são variadas e a escolha acontece em função do tipo de pintura. Há rolo específico para textura e outro usado em pinturas, além das espátulas, desempenadeiras e escovas de aço. “O operário não sobe com a lata cheia, por conta do peso. O cálculo é feito para a tinta durar todo o período em que o profissional estará em altura. Caso necessário, a equipe em terra pode reabastecê-lo”, explica Renovo Reformas.

Recentemente, o mercado lançou uma novidade que elimina a necessidade de o pintor ficar descendo as latas. “O equipamento se assemelha às bombas de gasolina. O profissional aperta o gatilho e a tinta viaja pela mangueira até alimentar o rolo automaticamente. Assim, não é preciso ficar repetindo o movimento de molhá-lo nas embalagens, promovendo maior limpeza com a minimização de respingos e acelerando o trabalho”, detalha Renovo Reformas.

 

PÓS-OBRA E GARANTIAS

O Código de Defesa do Consumidor determina que a garantia do trabalho seja de cinco anos. Para manter o aspecto visual por longos períodos, os prestadores de serviço recomendam lavagens periódicas da fachada. “Quando a pintura acaba, os trabalhadores realizam a limpeza do condomínio, afinal, mesmo com todos os cuidados sempre ocorrem respingos. Então, é preciso limpar as pingadeiras, esquadrias, vidros e pisos”, finaliza Renovo Reformas.

 

 

 

 

Estrutura do piso de concreto armado com tela simples.

 

Estrutura do piso de concreto armado com tela dupla.

 

fissura no piso

delaminação no piso

Quanto custa por piso de concreto?

 

   
 



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